Para o correspondente bancário, vendedor ou parceiro que atua com consórcio, entender a relação entre consórcio e a Geração Z é um movimento essencial. Afinal, ela pode representar uma grande oportunidade de relacionamento, educação financeira e construção de carteira no longo prazo.
Continue a leitura deste conteúdo até o final e entenda mais detalhes sobre essa ligação e, é claro, aproveite para conferir dicas de como aproveitá-la!
Quem é a Geração Z e como ela se relaciona com o dinheiro?
A Geração Z é formada por pessoas nascidas, em geral, entre meados da década de 1990 e o início dos anos 2010. É uma geração que cresceu em meio à internet, redes sociais, smartphones, aplicativos, influenciadores digitais, compras on-line e acesso rápido à informação.
Isso influencia diretamente a forma como esses jovens lidam com dinheiro. Diferentemente de gerações que dependiam quase exclusivamente de bancos, gerentes ou familiares para entender sobre finanças, a Geração Z tem acesso a conteúdos sobre investimentos, crédito, consumo consciente, renda extra e planejamento financeiro na palma da mão.
Ao mesmo tempo, esse público também enfrenta desafios importantes, já que muitos jovens estão entrando no mercado de trabalho em um cenário competitivo, com custos de vida elevados, aluguel caro, instabilidade econômica e grande exposição ao consumo nas redes sociais.
Sendo assim, existe vontade de conquistar por parte dessa geração, mas também existe a necessidade de fazer escolhas mais estratégicas. É justamente nesse ponto que o consórcio pode se conectar com a realidade da Geração Z.
A modalidade conversa com o jovem que quer comprar o primeiro carro, sair do aluguel, investir na carreira, fazer uma reforma, estudar, viajar ou empreender, mas que nem sempre quer ou pode assumir um financiamento tradicional.
Para esse público, o argumento não deve ser apenas “compre um consórcio”. O caminho mais eficiente é mostrar que o produto pode ser uma ferramenta de planejamento para transformar objetivos em conquistas possíveis.
Por que a Geração Z está interessada no consórcio?
Antes de contratar um produto, esse público pesquisa, compara, assiste a vídeos, busca opiniões e tenta entender se aquela escolha realmente faz sentido para a sua realidade.
Esse novo perfil de consumidor também está transformando a forma como os produtos financeiros são apresentados.
Soluções que antes eram explicadas de maneira muito técnica, com termos complexos e pouca proximidade com o dia a dia do cliente, agora precisam ser traduzidas para uma linguagem simples, visual e prática.
Nesse cenário, o consórcio começou a chamar a atenção dos jovens justamente porque combina com uma mudança importante no comportamento financeiro: a busca por alternativas mais conscientes de crédito.
A Geração Z não quer apenas consumir. Ela quer entender o que está contratando, avaliar possibilidades e evitar decisões que comprometam demais o orçamento.
Por isso, produtos que oferecem previsibilidade, organização e planejamento tendem a ganhar relevância.
O consórcio passa a ser visto não apenas como uma alternativa ao financiamento, mas como uma forma de se preparar para conquistar objetivos importantes sem assumir juros elevados e sem depender, necessariamente, de uma compra imediata.
No caso do consórcio, um dos grandes pontos de atração é a ausência de juros. Em vez de pagar juros como em muitas modalidades de crédito, o consorciado participa de um grupo e contribui mensalmente para formar uma poupança coletiva, administrada por uma empresa autorizada.
Ao ser contemplado, ele recebe a carta de crédito para utilizar conforme as regras do grupo contratado.
Para o jovem que ainda está construindo sua vida financeira, esse modelo pode fazer muito sentido. Afinal, muitas vezes ele ainda não precisa do bem imediatamente, mas já sabe que quer se preparar para uma conquista futura.
É o caso de quem pretende comprar uma moto para facilitar a rotina, um carro para ter mais independência, um imóvel para sair do aluguel ou até equipamentos para começar um negócio.
Além disso, o consórcio também ganhou força entre esse público porque pode ser apresentado de forma muito mais moderna do que no passado.
Hoje, com simulações digitais, conteúdos curtos, atendimento on-line e explicações simples, o produto se torna mais acessível para quem ainda não conhece bem o mercado financeiro.
Dessa forma, o interesse da Geração Z pelo consórcio não acontece por acaso. Ele acompanha uma nova forma de consumir, decidir e planejar o futuro: com mais informação, mais autonomia e mais cuidado com o próprio dinheiro.
Objetivos da Geração Z que podem ser conquistados com consórcio
Um dos grandes diferenciais do consórcio é a variedade de objetivos que ele pode atender. Para a Geração Z, isso é especialmente importante, porque nem todos os jovens estão no mesmo momento de vida.
Enquanto alguns estão buscando mobilidade, outros querem morar sozinhos, investir na carreira, reformar um espaço, estudar, viajar ou empreender. Por isso, o consórcio não deve ser apresentado como uma solução única, mas como uma possibilidade flexível para diferentes planos.
Primeiro carro ou primeira moto
A compra do primeiro carro ou da primeira moto continua sendo um grande marco de independência para muitos jovens. Ter um veículo pode significar mais liberdade, economia de tempo, facilidade para trabalhar, estudar, visitar familiares ou até gerar renda.
No caso da moto, por exemplo, o consórcio pode atrair jovens que precisam de mobilidade para a rotina ou que atuam com entregas, serviços externos e deslocamentos frequentes. Já o carro pode ser o objetivo de quem deseja mais conforto, segurança ou autonomia.
Ao abordar esse público, é importante mostrar que o consórcio pode ajudar o jovem a se planejar para essa conquista sem necessariamente assumir juros elevados. Em vez de focar apenas no valor da parcela, vale explicar o impacto da decisão no orçamento e como o consórcio pode entrar em uma estratégia de médio prazo.
Um exemplo prático que ajuda muito: “você ainda não precisa do carro hoje, mas quer se organizar para comprar nos próximos meses ou anos? O consórcio pode ser uma forma de começar esse planejamento agora”.

Casa própria ou saída do aluguel
A casa própria também está entre os grandes objetivos da Geração Z, mesmo que muitos jovens ainda vejam essa conquista como distante.
O aluguel pesa no orçamento e, para quem deseja independência, morar sozinho ou construir uma família no futuro, ter um imóvel pode representar estabilidade.
O consórcio de imóveis pode ser uma alternativa interessante para jovens que querem se planejar com antecedência. Ele pode ser usado para comprar casa, apartamento, terreno, construir, reformar ou até quitar financiamento, dependendo das condições do contrato.
Para esse público, o discurso precisa sair do tradicional “compre sua casa própria” e entrar em uma conversa mais próxima da realidade.
Considere que muitos jovens ainda estão começando a carreira e talvez não tenham pressa para comprar um imóvel imediatamente. Mas podem se interessar pela ideia de se preparar, aos poucos, para deixar de pagar aluguel no futuro.
Nesse caso, a abordagem pode ser: “você não precisa esperar ter todo o dinheiro guardado para começar a planejar sua saída do aluguel, o consórcio pode ser o primeiro passo para transformar esse objetivo em um plano”.
Reforma, viagem, estudos ou projetos pessoais
Tenha em mente que nem todo jovem está pensando apenas em carro ou imóvel. A Geração Z valoriza experiências, desenvolvimento pessoal e qualidade de vida.
Por isso, objetivos como reformar um quarto, montar um escritório, fazer uma viagem, investir em estudos ou realizar um projeto pessoal também podem entrar na conversa.
Nessas situações, o consórcio de serviços, por exemplo, pode ser uma solução para quem deseja organizar financeiramente planos que exigem um valor maior, mas não deseja recorrer a crédito com juros altos.
Esse ponto é importante porque amplia o entendimento do jovem sobre o produto, mesmo que muitas pessoas ainda associem consórcio apenas à compra de carro ou casa. Quando o vendedor mostra que existem outras possibilidades, novas portas de conexão se abrem.
Para a Geração Z, essa flexibilidade pode ser um diferencial. Afinal, esse público costuma ter objetivos variados e menos lineares. Em todos esses casos, o consórcio pode ser apresentado como uma forma de organização.
Investimento em carreira, equipamentos ou empreendedorismo
Outro comportamento forte da Geração Z é o interesse por autonomia profissional. Muitos jovens querem empreender, criar renda extra, trabalhar com internet, prestar serviços, abrir pequenos negócios ou investir em equipamentos para crescer profissionalmente.
Nesses casos, o consórcio também pode ser uma ferramenta estratégica já que, dependendo do tipo de crédito contratado, a modalidade pode ajudar na aquisição de equipamentos, veículos, máquinas, tecnologia ou estrutura para um negócio.
Os exemplos não faltam! Imagine um jovem fotógrafo que precisa comprar uma câmera profissional. Ou alguém que trabalha com estética e quer montar um espaço de atendimento. Ou ainda um profissional que precisa de um veículo para prestar serviços.
Em vez de enxergar o consórcio apenas como uma compra futura, o produto pode e deve ser apresentado como uma ponte para o desenvolvimento profissional.
Esse tipo de abordagem aproxima o produto dos sonhos reais da Geração Z. Em vez de falar apenas sobre bens, fale sobre possibilidades: trabalhar melhor, atender mais clientes, aumentar a renda e transformar ideias em negócios.
O que torna o consórcio atrativo para esse público?
Para conquistar a atenção da Geração Z, não basta dizer que o consórcio é uma boa opção. É necessário explicar por que ele pode fazer sentido para o momento de vida desse público. Listamos a seguir alguns dos principais argumentos de valor!
Ausência de juros como argumento de valor
A ausência de juros é um dos argumentos mais fortes para apresentar o consórcio aos jovens. Isso porque a Geração Z costuma pesquisar, comparar e questionar o custo real das próprias escolhas financeiras.
Ao explicar esse ponto, evite uma abordagem muito técnica. Em vez de entrar apenas em detalhes operacionais, mostre a lógica de forma simples: no consórcio, o cliente não paga juros como em um financiamento tradicional. Ele paga uma taxa de administração e outros possíveis custos previstos em contrato, mas a estrutura é diferente de um crédito com juros.
Essa explicação precisa ser transparente, pois o jovem valoriza clareza e pode perder a confiança se sentir que algo está sendo escondido.
Por isso, o ideal é mostrar o benefício sem prometer economia absoluta em todos os casos.
O mais correto é orientar a comparação entre modalidades e explicar que o consórcio pode ser vantajoso principalmente para quem consegue se planejar.
Uma boa abordagem seria: “se você não precisa comprar agora e quer fugir dos juros do financiamento, o consórcio pode ser uma alternativa para se organizar com mais estratégia”.
Possibilidade de escolher diferentes tipos de crédito
Outro ponto atrativo é a variedade de créditos disponíveis. O jovem pode contratar consórcio para veículo, imóvel, serviços, equipamentos, entre outras modalidades, dependendo da administradora e do grupo.
Essa diversidade é importante porque, como já comentamos anteriormente, a Geração Z não segue um único padrão de consumo. Enquanto alguns querem estabilidade, outros desejam mobilidade, ao passo que outros planejam experiências ou até mesmo investimentos na carreira.
O papel do vendedor é entender o objetivo antes de apresentar o produto. Em vez de começar falando sobre carta de crédito, lance e contemplação, comece perguntando: “qual conquista você quer planejar agora?”. A partir da resposta, fica mais fácil indicar o tipo de consórcio mais adequado!

Flexibilidade no uso da carta de crédito
Um dos conceitos mais importantes do consórcio é o da carta de crédito (valor que o cliente recebe quando é contemplado), mas ele também pode ser um dos termos que mais geram dúvidas. Por isso, para a Geração Z, é essencial apresentar o tema de maneira simples.
Explique que, com ela, o cliente pode adquirir o bem ou serviço de acordo com o tipo de consórcio contratado e as regras previstas em contrato.
Nesse momento, a flexibilidade no uso da carta pode ser um grande argumento. No caso de um consórcio de veículos, por exemplo, o cliente pode ter liberdade para escolher o modelo dentro das condições permitidas. Já no caso de imóveis, a carta pode ser utilizada para diferentes finalidades, conforme as regras da administradora. Em serviços, é possível direcionar o crédito para objetivos específicos.
Esse ponto ajuda o jovem a perceber que o consórcio não é uma escolha engessada, mas sim que o produto pode se adaptar ao objetivo e ao momento de vida dele.
Chance de contemplação por sorteio ou lance
Muitos jovens já ouviram falar em consórcio, mas não entendem exatamente como funciona o momento em que o crédito é liberado. É por isso que outro tema que desperta curiosidade é a contemplação.
É importante explicar que ela pode acontecer de duas formas: por sorteio ou por lance, conforme as regras do grupo.
- Sorteio: o consorciado participa das assembleias e pode ser contemplado
- Lance: o consorciado pode ofertar um valor para tentar antecipar a contemplação
Mas atenção! Esse ponto precisa ser apresentado com responsabilidade: o vendedor não deve prometer contemplação rápida nem criar expectativas irreais. A melhor abordagem é explicar as possibilidades de forma clara, mostrando que o consórcio exige planejamento.
Para a Geração Z, essa transparência faz toda a diferença. Uma frase útil seria: “o consórcio não garante que você terá o crédito imediatamente, mas oferece caminhos para contemplação ao longo do grupo, seja por sorteio ou por lance.”
Dicas para abordar a Geração Z
Agora que você já entende melhor os motivos que levam a Geração Z a se interessar pelo consórcio, é importante ter em mente que vender para esse público exige uma abordagem diferente.
Evite conversas engessadas, cheias de termos difíceis ou pressão comercial. O jovem quer compreender, comparar e tomar uma decisão com segurança. Confira algumas dicas a seguir!
Use uma linguagem simples, direta e sem “financês”
Termos técnicos podem afastar o jovem logo no começo da conversa. Palavras como assembleia, contemplação, carta de crédito, fundo comum e taxa de administração precisam ser explicadas com exemplos.
Em vez de dizer apenas “após a contemplação, o cliente utiliza a carta de crédito”, diga: “quando você for contemplado, recebe o valor contratado para usar na compra do bem ou serviço escolhido, seguindo as regras do seu grupo.” Quanto mais simples for a explicação, maior a chance de gerar confiança.
Mostre exemplos práticos e próximos da realidade do jovem
A Geração Z se conecta melhor com situações reais do que com argumentos genéricos. Por isso, use exemplos que se aproximem do dia a dia deles.
Fale sobre o jovem que quer comprar uma moto para ir ao trabalho, sobre quem quer sair do aluguel, sobre quem precisa de equipamentos para começar a empreender ou sobre quem quer planejar uma viagem sem comprometer o cartão de crédito. Quando o cliente se vê no exemplo, o produto deixa de parecer distante!

Explique antes de vender
Antes de tentar fechar a venda, eduque o cliente. Explique o que é o consórcio, como a modalidade funciona, quais são os custos, o que significa ser contemplado, quais são os prazos e quais cuidados ele deve ter.
A Geração Z tende a desconfiar de abordagens muito agressivas. Por isso, quanto mais consultiva for a conversa, melhor.
Não se esqueça: o vendedor que educa antes de vender constrói autoridade e aumenta as chances de relacionamento no longo prazo.
Tenha presença digital e atendimento rápido
A Geração Z está no digital. Isso significa que o parceiro que deseja se comunicar com esse público precisa estar presente onde ele pesquisa, consome conteúdo e tira dúvidas.
É possível fazer isso investindo em marketing para consórcio por meio de canais e mídias como Instagram, TikTok, WhatsApp, YouTube Shorts, blog, landing pages e materiais educativos podem ser aliados importantes.
Mas não basta estar presente: é preciso responder rápido! Esse público está acostumado à velocidade. Se ele chama no WhatsApp e demora muito para receber retorno, provavelmente vai procurar outra opção. Um atendimento ágil, objetivo e bem organizado pode ser totalmente decisivo.
Produza conteúdos curtos e educativos
Por falar em canais e mídias, produções curtas funcionam muito bem para atrair a atenção da Geração Z. Isso não significa abandonar conteúdos mais completos, como artigos de blog, mas sim criar uma jornada de aprendizado que se complemente.
Um post pode explicar o que é carta de crédito. Um vídeo curto pode mostrar a diferença entre consórcio e financiamento. Um carrossel pode apresentar três objetivos que podem ser conquistados com consórcio. Um story pode abrir uma caixinha de perguntas.
O objetivo é educar aos poucos, reduzindo dúvidas e aumentando a familiaridade com o produto.
Mostre as diferenças entre consórcio e financiamento
Um dos conteúdos mais úteis é o comparativo entre consórcio e financiamento. Muitos jovens conhecem o financiamento, mas não sabem exatamente como o consórcio se diferencia.
Ao abordar esse tipo de tema, explique que o financiamento costuma ser indicado para quem precisa do bem imediatamente, enquanto o consórcio pode ser mais interessante para quem consegue se planejar.
Aproveite e mostre também a diferença entre juros e taxa de administração, sempre com linguagem simples.
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Faça simulações simples e visuais
A Geração Z valoriza clareza visual. Por isso, simulações simples podem funcionar muito bem. Mostre exemplos de parcelas, prazos e valores de crédito de forma organizada, sem excesso de informação.
O ideal é evitar tabelas complexas demais. Prefira formatos visuais, com poucos dados e explicações diretas.
Uma boa simulação deve responder rapidamente: qual é o objetivo, qual é o valor aproximado do crédito, qual é o prazo e como o cliente pode se planejar.
Nessas horas, glossários e conteúdos explicativos são excelentes para esse público. Isso porque muitos jovens deixam de considerar o consórcio simplesmente por não conseguirem entender os termos usados.
Além disso, criar conteúdos como “Consórcio sem complicação”, “O que é carta de crédito?” ou “Como funciona o lance no consórcio?” pode ajudar a quebrar barreiras.
Quanto mais familiar o jovem fica com o vocabulário do produto, mais fácil fica avançar para uma simulação ou conversa comercial.
A Geração Z quer conquistar, mas com estratégia!
A Geração Z quer realizar sonhos, sim. Quer ter carro, moto, casa, experiências, carreira, liberdade e independência. Mas essa geração também quer entender o caminho até essas conquistas.
É por isso que o consórcio tem potencial para se aproximar desse público. Ele não deve ser vendido apenas como uma modalidade financeira, mas como uma estratégia de planejamento para quem deseja conquistar com mais organização.
Para o parceiro que atua com consórcio, a oportunidade está em mudar a forma de abordagem. Foque em menos pressão, e mais educação. Menos termos técnicos, mais exemplos reais. Menos promessa, mais clareza. Menos venda imediata, mais construção de relacionamento.
Quando bem explicado, o consórcio deixa de parecer um produto distante e passa a ser visto como uma alternativa inteligente de planejamento para diferentes perfis, inclusive para jovens que querem crescer, empreender, morar melhor, se locomover com mais liberdade ou tirar projetos do papel.
Apresentado da forma certa, ele pode ser o caminho que conecta o objetivo à realização.
Trabalhe consórcio com quem entende do mercado
Se a Geração Z quer conquistar, mas com estratégia, o vendedor de consórcio que souber apresentar o consórcio como uma solução de planejamento sai na frente.
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Se o jovem está buscando o primeiro carro, a casa própria, uma viagem, uma reforma ou o primeiro passo no empreendedorismo, você pode ser o parceiro que mostra o caminho.
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