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Como funciona o empréstimo com garantia de veículo: regras e oportunidades para o Corban

13 Min leitura

Para o correspondente bancário que atua com crédito, entender como funciona o empréstimo com garantia de veículo deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade comercial. E ele é só a porta de entrada: quem domina as três linhas do crédito veicular (financiamento, refinanciamento e garantia) abre uma vertical inteira dentro da própria carteira.

O motivo é simples: o brasileiro está pagando caro pelo crédito. Segundo as Estatísticas Monetárias e de Crédito divulgadas pelo Banco Central em 30 de julho de 2026, a taxa média do rotativo do cartão de crédito chegou a 442,4% ao ano em junho, e a inadimplência do Sistema Financeiro Nacional se manteve em 4,7% da carteira, o maior patamar de toda a série histórica, iniciada em março de 2011.

Traduzindo para o dia a dia da sua carteira: existe um volume enorme de clientes com dívida cara no cartão, no cheque especial e no crédito pessoal, que possuem um carro na garagem e não sabem que aquele bem pode virar crédito com juros muito menores, em comparação às modalidades sem garantia, conforme análise e política da instituição. E existe outro volume, igualmente grande, comprando carro justamente agora.

Continue a leitura até o final e entenda como funciona o crédito com garantia de veículo e as demais linhas, quais são as regras, o que apresentar ao cliente e por que o crédito veicular é a diversificação mais lógica para quem já vive de consignado.

Sumário

O mercado de veículos em 2026: o tamanho da oportunidade

Antes de falar de produto, vale olhar o terreno. Os números do primeiro semestre explicam por que tanta instituição financeira está abrindo esteira de veículos.

Venda de veículos novos em alta. A Fenabrave registrou 2.715.403 emplacamentos entre janeiro e junho de 2026, alta de 16,01% sobre o mesmo período de 2025 e o melhor primeiro semestre desde 2011. Automóveis e comerciais leves puxaram o resultado, com 1.359.107 unidades (+20,11%). As motos somaram 1.174.459 emplacamentos, crescimento de 14,10%.

Projeção revisada para cima. A Fenabrave começou o ano projetando alta de 3% nas vendas de leves e pesados. Com o desempenho do semestre, revisou a estimativa para 7,9%, o que levaria 2026 a fechar perto de 2,9 milhões de unidades.

Financiamento no melhor patamar em 18 anos. Um levantamento mostra 3,78 milhões de unidades financiadas no primeiro semestre de 2026, entre novos e usados, alta de 10,9% sobre 2025. É o maior volume para um primeiro semestre desde 2008.

Quem manda no crédito veicular é o usado. Dos 3,78 milhões de contratos, 2,38 milhões foram de veículos usados e seminovos. Novos ficaram com 1,39 milhão. Ou seja: o cliente do Corban, aquele que compra o carro de 5, 8, 10 anos, é a maior parte desse mercado.

Crescimento em todas as regiões. Centro-Oeste liderou com 13,1%, seguido de Nordeste (12,6%), Sul (11,2%), Sudeste (10,6%) e Norte (4,4%). Não é um movimento concentrado no eixo Rio-São Paulo, é nacional.

Prazos mais longos. O prazo médio dos contratos subiu para 47,2 meses no semestre, contra 46,3 meses um ano antes. Prazo maior significa parcela menor e proposta mais fácil de aprovar.

A frota está velha. Segundo o relatório de frota circulante do Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores) , o Brasil tem 48,8 milhões de autoveículos rodando, com idade média de 11 anos. Carro velho gera três demandas ao mesmo tempo: troca (financiamento), manutenção cara (crédito) e um bem quitado parado na garagem (garantia).

As três linhas do crédito veicular (e quando usar cada uma)

Muito parceiro perde negócio por tratar “crédito de veículo” como um produto só. São três, com públicos e momentos diferentes.

LinhaPúblicoFinalidadeCrédito
FinanciamentoQuem deseja comprar um veículoadquirir carro, moto, utilitário ou pesado, novo ou usadovalor do bem menos a entrada
RefinanciamentoQuem tem um veículo financiado, com boa parte já pagareduzir parcela, alongar prazo ou tomar crédito novo sobre o que já foi amortizadosaldo entre o valor do bem e a dívida atual
Empréstimo com Garantia (Car Equity)Quem tem um veículo quitadodinheiro de livre destinação com juros baixos50% a 90% do valor de mercado do bem

A leitura comercial é direta: a mesma base de clientes rende negócio três vezes. Quem financiou hoje pode refinanciar em dois anos e fazer garantia quando quitar. E cada operação recoloca você na mesa com aquele cliente.

O que é o empréstimo com garantia de veículo?

Como funciona o empréstimo com garantia de veículo na prática? É uma modalidade de crédito na qual o cliente oferece um carro como garantia da operação. Em troca dessa segurança adicional, a instituição financeira consegue praticar taxas de juros menores e prazos mais longos do que em linhas sem garantia.

No mercado, o produto também aparece com outros nomes, o que costuma confundir tanto o cliente quanto o parceiro iniciante:

  • Empréstimo com Garantia de Veículo ou Car Equity (nomes comerciais mais usados por fintechs e promotoras);
  • Crédito com garantia de veículo (CGV);
  • Refinanciamento de veículo (quando o bem ainda tem contrato ativo).

Na prática, todos descrevem a mesma lógica: transformar um bem que o cliente já possui em capital de giro, quitação de dívidas ou realização de um projeto, sem que ele precise vender o veículo.

E esse é o ponto que mais gera dúvida na ponta: o cliente não entrega o carro. Ele continua com o veículo em seu nome, dirigindo normalmente, com a única restrição de não poder vender ou transferir o bem enquanto o contrato estiver ativo.

Como funciona o empréstimo com garantia de veículo na prática?

Explicar o passo a passo é uma das formas mais eficientes de reduzir a insegurança do cliente. Veja como estruturar essa explicação.

1. Simulação e análise de crédito

Tudo começa com a simulação. Nela, são considerados o valor de mercado do veículo, o valor de crédito desejado, o prazo e o perfil do cliente.

Em seguida vem a análise de crédito, que avalia histórico de pagamentos, score, comprometimento de renda e capacidade de arcar com as parcelas. Vale reforçar: a garantia reduz o risco da operação, mas não elimina a análise. Nenhum banco aprova crédito apenas porque existe um carro no processo.

2. Avaliação do veículo e vistoria

O veículo passa por uma avaliação que verifica ano de fabricação, estado de conservação, valor de mercado (geralmente com base na Tabela FIPE) e regularidade da documentação.

Boa parte das instituições já faz esse processo de forma digital, com envio de fotos pelo próprio celular do cliente, o que encurta bastante o ciclo da operação.

3. Definição do valor liberado

O crédito costuma corresponder a um percentual do valor de mercado do bem. No mercado brasileiro, esse percentual varia bastante conforme a política de cada instituição, normalmente entre 50% e 90% do valor do veículo.

4. Assinatura do contrato e registro da alienação fiduciária

Depois da aprovação, o contrato é assinado e a instituição registra a alienação fiduciária junto ao órgão de trânsito. É esse registro que formaliza a garantia: o gravame passa a constar no cadastro do veículo no Renavam.

5. Liberação do dinheiro

Com o contrato assinado e a garantia registrada, o valor é depositado na conta do cliente. Os prazos variam conforme a instituição financeira, mas muitas operações digitais já conseguem liberar o crédito em até dois dias úteis após a assinatura.

6. Pagamento das parcelas e baixa do gravame

O cliente paga as parcelas mensais, normalmente pela Tabela Price, com prestações iguais do começo ao fim. Ao quitar o contrato, a alienação fiduciária é baixada e o veículo volta a ficar livre de restrições.

Quais são as regras do empréstimo com garantia de veículo?

Quanto mais claras forem as regras na abordagem, menos propostas travam na análise.

Regras para o veículo

Cada instituição tem sua política, mas os critérios mais comuns são:

  • Situação: o veículo normalmente precisa estar quitado. Algumas instituições aceitam veículos ainda financiados, desde que boa parte do contrato já tenha sido paga, e nesse caso a operação funciona como refinanciamento;
  • Idade do bem: o limite costuma ficar entre 10 e 15 anos de fabricação, chegando a 17 anos em instituições mais flexíveis;
  • Documentação: CRLV em dia, sem IPVA, multas ou licenciamento em atraso;
  • Titularidade: o veículo precisa estar no nome do solicitante;
  • Conservação: o bem deve estar em bom estado, já que ele é a garantia da operação;
  • Tipo: carros de passeio são a maioria das operações, mas motos, utilitários e caminhões também são aceitos, conforme a política da instituição.

Regras para o cliente

  • Ser maior de 18 anos;
  • Ser o proprietário do veículo;
  • Apresentar documento de identificação com foto, comprovante de residência, comprovante de renda e documento do veículo;
  • Passar pela análise de crédito.

Um ponto que vale destacar na abordagem: por existir garantia real, algumas instituições conseguem aprovar clientes com restrição no nome. Isso amplia bastante o público atendível, mas jamais deve ser vendido como aprovação garantida.

Para o mesmo valor de crédito, o comprometimento de renda muda drasticamente conforme a linha escolhida.

Financiamento de veículos: a linha de maior volume

Se a garantia é a linha da reorganização financeira, o financiamento é a linha do volume. São 3,78 milhões de contratos por semestre no país, e boa parte deles passa por indicação de quem está perto do cliente.

Como funciona?

O cliente escolhe o veículo, dá uma entrada e financia o restante. A instituição paga o vendedor (concessionária, loja ou particular) e registra a alienação fiduciária em seu nome até a quitação. A lógica jurídica é a mesma da garantia: o gravame no Renavam é o que sustenta a operação.

Regras mais comuns

  • Entrada: o mercado costuma trabalhar a partir de 20% do valor do bem, com variação conforme perfil, idade do veículo e política da instituição;
  • Prazo: contratos chegam a 60 meses, e o prazo médio praticado no país ficou em 47,2 meses no primeiro semestre de 2026;
  • Idade do veículo: quanto mais novo, melhor a condição. Veículos acima de 10 anos costumam exigir entrada maior e prazo menor;
  • Documentação: identificação, comprovante de renda e residência, além dos dados do veículo e do vendedor;
  • Vistoria: obrigatória em usados na maioria das instituições.


Onde está a oportunidade para você?

Três frentes concretas:

  1. Usados: 2,38 milhões de contratos no semestre. É o cliente que compra em loja de bairro ou particular e não tem quem estruture o crédito para ele.
  2. Motos: 1,17 milhão de emplacamentos no semestre, com forte demanda de quem usa a moto para trabalhar. Ticket menor, ciclo rápido e aprovação simples.
  3. Parceria com lojistas: uma loja de seminovos que fecha 20 carros por mês é uma fonte recorrente de propostas. Esse é um movimento de canal, não de venda avulsa.

Refinanciamento de veículo: crédito para quem ainda está pagando

Esta é a linha mais esquecida, e talvez a de maior conversão dentro da base que você já tem.

O refinanciamento atende o cliente que ainda tem contrato ativo sobre o veículo. Ele já pagou uma parte relevante das parcelas, então existe uma diferença entre o valor de mercado do bem e o saldo devedor. É sobre essa diferença que a nova operação é montada.

Como a operação é estruturada

A instituição que assume o refinanciamento quita o contrato anterior e abre um contrato novo, com prazo e condições atualizados. Quando sobra valor entre o bem e a dívida, o cliente recebe esse saldo em conta.

Benefícios para o cliente

  • Reduzir a parcela. Alongar o prazo derruba o valor mensal e alivia o orçamento imediatamente;
  • Tomar dinheiro novo sem abrir mão do veículo;
  • Sair de uma taxa ruim. Muito contrato foi fechado no calor da compra, na concessionária, sem comparação de CET.

O que checar antes de apresentar?

  • Quantas parcelas o cliente já pagou (a maioria das instituições exige um percentual mínimo já amortizado);
  • Se as parcelas estão em dia;
  • O saldo devedor atualizado junto ao credor atual;
  • A idade do veículo, que segue valendo como critério.

Por que o empréstimo com garantia de veículo é mais vantajoso que outras linhas de crédito?

Este é o argumento central da venda e ele não se sustenta em opinião, se sustenta em número.

O custo do crédito sem garantia hoje

Os dados mais recentes do Banco Central ajudam a dimensionar o problema que o cliente está vivendo:

  • A taxa média do rotativo do cartão de crédito chegou a 442,4% ao ano em junho de 2026;
  • A taxa média de juros do crédito livre para pessoas físicas estava em 61,5% ao ano em março de 2026;
  • A inadimplência total do SFN ficou em 4,7% em junho de 2026, com 5,6% entre pessoas físicas, recorde da série histórica;
  • O endividamento das famílias alcançou 49,8% em maio de 2026;
  • O comprometimento de renda das famílias chegou a 28,5% no mesmo mês.

Em paralelo, o Copom reduziu a Selic para 14% ao ano na última reunião em agosto de 2026, o quarto corte consecutivo do ciclo. Mesmo assim, o patamar segue alto, o que mantém o crédito sem garantia caro e reforça a busca por alternativas com garantia real. 

Principais vantagens de oferecer o Empréstimo com Garantia de Veículo ao cliente

Listamos os argumentos de valor que mais convertem na ponta:

  1. Juros menores. Por existir garantia real, o risco do credor cai e isso se reflete diretamente na taxa.
  2. Prazos mais longos. Enquanto o crédito pessoal costuma trabalhar com prazos curtos, o Empréstimo com Garantia de Veículo chega a 60 meses, o que reduz o valor da parcela.
  3. Valores mais altos. O crédito é dimensionado pelo valor do bem, permitindo tickets bem superiores aos de uma linha sem garantia.
  4. O cliente continua usando o veículo. Esse é o principal desbloqueio emocional da venda.
  5. Livre destinação. Diferentemente do financiamento, o dinheiro pode ser usado para qualquer finalidade: quitar dívidas caras, capital de giro, reforma, emergência médica, estudos ou investimento no negócio.
  6. Parcela previsível. Com prestações fixas pela Tabela Price, o cliente sabe exatamente quanto vai pagar até o fim do contrato, algo impossível no rotativo e no cheque especial.
  7. Contratação digital. Simulação, envio de documentos e vistoria por fotos encurtaram muito o ciclo da operação.
  8. Diversificação da sua carteira. Para quem já trabalha com consignado, o Empréstimo com Garantia de Veículo abre uma nova frente de receita com um público que o consignado não alcança: autônomos, MEIs, CLTs sem convênio e empreendedores.

Crédito Veicular pode ampliar as oportunidades de crédito para o cliente e para o Corban.

O que o crédito veicular faz pela sua operação

Vale separar o benefício do cliente do benefício do seu negócio. São coisas diferentes, e a segunda é a que sustenta a decisão de colocar a linha no portfólio.

Amplia o público sem trocar de base. O consignado depende de convênio, margem e vínculo. O crédito veicular depende de um bem. Autônomo, motorista de aplicativo, MEI, lojista, CLT sem convênio: todo mundo que tem carro entra na régua.

Aumenta o ticket. Uma operação de garantia com ticket médio na casa dos R$ 20 mil muda a matemática de um mês de produção quando comparada a um volume equivalente de operações pequenas.

Cria recorrência real. Financiou hoje, refinancia em 24 meses, faz garantia quando quitar. É a mesma pessoa gerando três contratos ao longo do relacionamento.

Abre o cross-sell natural. Quem tem veículo precisa de seguro auto, pode entrar em consórcio de veículo e costuma ter demanda de crédito pessoal. Com Beviseguros e Beviconsórcio no mesmo portfólio, a conversa não termina na liberação.

Dá um motivo legítimo para reativar a base. Você não precisa de lead novo para começar. Precisa filtrar, na sua carteira, quem tem veículo quitado e quem está pagando financiamento caro. Essa lista já existe.

Perguntas frequentes sobre crédito com garantia de veículo

É preciso entregar o carro para o banco?

 Não. O veículo permanece em nome do cliente e pode ser usado normalmente. A restrição é apenas a impossibilidade de vender ou transferir o bem enquanto o contrato estiver ativo.

O veículo precisa estar quitado?

Na maioria das instituições, sim. Algumas aceitam veículos ainda financiados com boa parte das parcelas já pagas, e nesse caso a operação é estruturada como refinanciamento.

Qual é o valor liberado?

Depende da política de cada instituição, do perfil do cliente e do valor de mercado do veículo. O mercado costuma trabalhar entre 50% e 90% do valor do bem.

Quem tem nome negativado consegue contratar?

Em algumas instituições, sim, porque a garantia reduz o risco da operação. Mas a análise de crédito continua existindo e a aprovação nunca é automática.

Para que o cliente pode usar o dinheiro?

Para qualquer finalidade. É crédito de livre destinação.

Qual é a diferença entre financiamento e empréstimo com garantia de veículo?

No financiamento, o cliente toma crédito para comprar o veículo. No empréstimo com garantia, ele já tem o veículo e o utiliza como garantia para obter dinheiro.

Qual é a diferença entre refinanciamento e empréstimo com garantia? 

No refinanciamento, o veículo ainda tem contrato ativo e a nova operação quita o contrato anterior. No empréstimo com garantia, o bem já está quitado e livre de gravame.

Dá para financiar moto e veículo pesado? Sim. Motos, utilitários, caminhões e ônibus têm linhas próprias, com regras de idade e entrada específicas por instituição.

Crédito veicular: o produto certo para o momento certo

O cenário de 2026 é claro. De um lado, juros ainda elevados, inadimplência em nível recorde e famílias comprometendo quase 30% da renda com dívidas. Do outro, o melhor primeiro semestre de vendas de veículos desde 2011 e o maior volume de financiamentos desde 2008.

Os dois movimentos apontam para o mesmo lugar: o carro é, hoje, o ativo mais líquido na mão do brasileiro médio. Quem quer comprar precisa de financiamento. O cliente que está pagando caro precisa de refinanciamento. E aquele que já quitou tem crédito parado na garagem.

Para você, parceiro, isso significa três coisas: um produto com forte apelo racional, um público muito maior do que o do consignado e um motivo legítimo para reativar a base de clientes que já está na sua carteira.

Quer estruturar essa vertical no seu negócio? A Bevi Motors, frente de crédito veicular do Grupo Bevi criada em parceria com o Banco C6, atua em financiamento de veículos e empréstimo com garantia de veículo, com um time especialista dedicado ao parceiro. Fale com a Bevi e comece a a.creditar no potencial da sua própria base.

As regras, taxas e condições citadas neste conteúdo mudam com frequência e variam conforme a política de cada instituição financeira. Consulte sempre as condições vigentes antes de apresentar qualquer proposta ao cliente.

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